O Quarto Reich

 O Quarto Reich é bestseller Veja. É thriller histórico.

 


Sinopse

O maior segredo nazista é revelado.
James Williams, da Time Magazine, chega à meia-idade correndo risco no emprego quando um jornalista mais novo ganha o prêmio Pulitzer. Em busca do sucesso de outrora decide fazer a reportagem da sua vida: um perfil dos oficiais nazistas que não foram condenados à morte no julgamento de Nuremberg e descobre que, em 1987, só um restava vivo: Rudolf Hess.
Na jornada de conhecimento do mundo de Hess descobre segredos guardados por décadas: sociedades secretas, tecnologias nazistas desconhecidas, tesouros enterrados e o maior e mais bem guardado mistério de todos. Mas a verdade vem a um preço e Williams não estava preparado para pagá-lo.


 


Comentários

Rodrigo Ribeiro Mozelli
Para quem adora histórias da Segunda Guerra Mundial com uma pitada de mistério, então O Quarto Reich, de M. A. Costa, é o livro certo.

Sendo um jornalista, eu me senti um tanto identificado com a história, já que James era jornalista de uma das maiores revistas do mundo. A história, narrada em primeira pessoa, também me chamou a atenção por falar do passado nazista, algo que gosto muito de estudar. A obra é bem intrigante, com uma série de mistérios do passado vindo à tona, como o suposto sino nazista, ferramenta que permitiria aos alemães voltar e avançar no tempo, ou seja, seria uma máquina do tempo.

A apuração do autor para a montagem da trama é profunda. Ela é rica em detalhes do passado nazista e é ilustrada com imagens de época, incluindo as que fazem referência aos mistérios citados no livro. Como se trata de uma obra disponível apenas na Amazon, fica “fácil” avaliar sua diagramação. A leitura é boa (até porque, caso você não costume ler livros digitais, basta dar zoom, mas não é algo necessário), flui muito bem e não há “engasgos”. Além disso, sempre que surge uma terminologia diferente, há um link para uma nota de rodapé explicando seu contexto.

Um suspense jornalístico misturado com alguma ficção científica. Pretendia ler ao longo da semana, mas quando o Rudolf Hess falou do sino, simplesmente tive que parar tudo e ler direto até o final, rs. Embora seja patente que o autor gastou muito tempo pesquisando tanto a parte histórica quanto científica, ele não gasta tempo explicando pormenorizadamente a “possibilidade científica” da ficção. O que é bom, ficando a história bastante centrada no personagem principal, seus sentimentos e descobertas que faz ao longo do livro. E falando do livro, parece que a publicação realmente careceu de uma revisão mais aprofundada. Porém, considerando que o livro acabou de ser lançado e ainda nem há versão impressa, imagino que isso ocorrerá antes de mandarem os livros pra livrarias.
A obra se passa nos anos 80, um jornalista americano em busca da matéria de sua vida vai entrevistar um oficial nazista condenado a prisão perpétua no Tribunal de Exceção de Nuremberg, porém ao conversar com o militar o jornalista descobre segredos nazistas escondidos da humanidade até então, sua descoberta incomoda pessoas perigosas e sua vida passa a correr um sério risco.
O livro possui cenários incríveis, conteúdo histórico de qualidade e perseguições que lembram muito os livros de Dan Brown, mas sem nenhum tipo de plágio.
Recomendo o livro sem ressalvas, pra quem ainda acredita que autores brasileiros não podem sair da mesmice e concorrer com as grandes ficções estrangeiras certamente ainda não leu O Quarto Reich.
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